|
|
| Diferenciados, ‘velhos’ mantêm espaço |
|
|
|
| Diferenciados, ‘velhos’ mantêm espaço |
|
|
|
DIEGO ORTIZ
Independente da idade, jogadores com técnica diferenciada ainda têm espaço no futebol, especialmente pela pouca renovação de talentos.
Do mesmo modo, rebeldes ou santos, os jogadores diferenciados merecem ter privilégios sobre os demais, se comandados com inteligência pelo técnico.
São opiniões do jornalista mogimiriano João Alfredo Gonçalves, o Joãozinho, 24 anos.
Recém-formado pela PUC, de Curitiba, Joãozinho está trabalhando na produção da Rádio Sul Fluminense, de Barra Mansa, no Rio de Janeiro, onde nasceu.
Na quinta-feira, dia 4, em visita a Mogi Mirim, onde mora a família e atuou como comentarista na rádio CBN e SECTV, Joãozinho visitou a redação de O POPULAR.
Para Joãozinho, num futebol carente de qualidade, quem tem um mínimo de talento faz a. “Como todo mundo joga igual, é tudo cego, como diz o outro, quando o cara joga um pouquinho melhor, ele se destaca muito”, coloca.
Ele aponta como um dos exemplos o meia Luís Mário. “Ele é diferente de todos. Você olha e diz: esse joga futebol, os outros jogam alguma coisa parecida. Mas ele está jogando demais? Não, apenas mais do que os outros”, analisa.
Na opinião de Joãozinho, a tendência é de que esses jogadores mais velhos continuem jogando cada vez mais, pela falta de novos nomes. “Quem é a revelação do futebol agora? Talvez o Geovane, que para mim é limitado?”, questiona.
“Tem espaço sempre para quem joga bola, porque tem cada vez menos jogadores diferentes”, pondera. Já quanto aos ‘rebeldes’, o jovem jornalista considera o sucesso destes depende do treinador.
“Você vai dar o mesmo tratamento para o terceiro zagueiro reserva que joga contra o Mirassol ou para o que chega no clássico e decide? Não adianta ser hipócrita. O diferente recebe tratamento diferente”, defende.
A dupla Vagner Love e Adriano é um desses exemplos. “O técnico (Andrade) não enche a paciência deles. Fala ‘põe a camisa e faz o gol’. E o time joga pra eles”, observa.
Sobre o retorno de estrelas como Adriano, Ronaldo e Robinho, Joãozinho sugere aguardar 2011 para saber se é tendência ou se o fenômeno está ligado ao desejo de convocação para a Copa.
“Enquanto não temos essa referência, podemos pensar que é por isso ou pela crise financeira”, especula.
|
|
|
|
| Notícia Postada em 06/02/2010
por: REDAÇÃO |
|
|
|
|
|
|
|
|